Agora, sinto-me frágil e desprotegida. Antes, sentia-me necessária, amada, querida e com todas as forças para encarar tudo. Depois, o Depois é sempre igual, é sempre uma inconstante constantemente igual ao Antes. No Depois, não tenho medo de me dar completamente, não tenho medo de ser toda eu em todos vós e em todas as coisas. Mesmo que em todos os dias do Depois me sinta fraca e desprotegida como no Agora. No Depois tenho medo que apesar de estar assim, esteja ainda presa apenas com espaço para um e o Tu esteja longe, porque foi longe que sempre esteve. Quando me quiseres vou estar aqui para te querer. Apressa-te, porque o vivem felizes para sempre nem sempre é real, e desejo o Agora e o Depois ledos, já que te Necessito.
Ou seja: Depois do Agora, é igual ao Antes, que é a miserável de pouca sorte que não pára de me rodear...
