terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

30 de Janeiro de 2010


Agora, sinto-me frágil e desprotegida. Antes, sentia-me necessária, amada, querida e com todas as forças para encarar tudo. Depois, o Depois é sempre igual, é sempre uma inconstante constantemente igual ao Antes. No Depois, não tenho medo de me dar completamente, não tenho medo de ser toda eu em todos vós e em todas as coisas. Mesmo que em todos os dias do Depois me sinta fraca e desprotegida como no Agora. No Depois tenho medo que apesar de estar assim, esteja ainda presa apenas com espaço para um e o Tu esteja longe, porque foi longe que sempre esteve. Quando me quiseres vou estar aqui para te querer. Apressa-te, porque o vivem felizes para sempre nem sempre é real, e desejo o Agora e o Depois ledos, já que te Necessito.
Ou seja: Depois do Agora, é igual ao Antes, que é a miserável de pouca sorte que não pára de me rodear...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010





Para a Liliana Nabais, cumprimentos da Gerência (=
"Agora o sol consome cada pedaço meu e teu, envolvendo-nos num acto de cumplicidade em que sentimos que sentimos que precisamos de algo mais. As nossas palavras, não são como o som delas que se vão com o vento, mas permanecem como tatuagens, que duram para a vida. E depois da vida, digo-te, que nos encontraremos além do que temos hoje, ontem e amanhã. O sentimento vai crescer e lá longe, o mundo perde-te, perde-me, quere-te e quere-me. Amanhã voltarei a estar contigo, mas agora deixo-te aqui com o leve sabor do desconhecido, para que um dia, descubras que a felicidade é mais do que aquilo que conheces...
19.Fevereiro.2010
Amote.
A salmista,
Zu..."